Zoioticanalise
Zóie se puder!!
sábado, 4 de julho de 2015
MAIORIDADE PENAL e MATURIDADE PSICO-BIOLÓGICA
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Uma reflexão sobre o dano moral
O que vemos hoje nas decisões nos tribunais e jurisprudências no Brasil, é a tentativa de desvincular a atmosfera da subjetividade do aspecto moral, verificado justamente nas reiteradas decisões nas várias instancias, em fundar limites e assim atrelar a um gradiente mensurável que sirva de referência para decisões nas várias instancias.
As divergencias que instauram sentidos diversos quanto ao dano moral, evidencial a cognição não apassivada no meio judicante.
Decerto que o abuso dos pedidos por indenização moral, repercute numa fuga à realidade indenizatória nas sentenças. Mas nem por isto podemos tentar estabelecer uma correspondência biunívoca simples entre o dano e a indenização moral.

Ademais, a figura interpretativa do julgador se mostra insuficiente para perscrutar os meandros personalíssimos e os embates que se fizeram ou que se fazem, e as indagações pertinentes de quais as feridas e punções de alma e na alma, na qual os instrumentos da conduta do ofensor efetivamente atordoaram.
Logo, o regramento; o sentenciar pela experiência pessoal e técnica suerficialmente; a interpretação meramente aritmética; face ao que se supõe ser de fato; acaba por engrenar uma vinculação que adultera o real sentido da mitigação dos danos que atordoaram a alma do lesionado.
No texto citado abaixo, da entrevista do programa Roberto D’ávila, descreve uma minúscula explicação da dimensão metafísica que é a subjetividade humana, que antes de provocar à interpretação de que há uma deformação plástica do que é ser humano; confere sentido à humanidade deste ser humano, com desculpas do trocadilho; enleva à uma capacidade de não se con-formar.
Logo, como tentar corrigir a forma de algo informe que é a alma humana? Não sendo possível, corrigir esta displasia subjetiva da alma moral do lesado; a prudencia delega um cuidado em não “tabelar” e valorar este quantun interno que foi defraudado pela ofensa ao patrimônio moral do ofendido.
RELATO DA ENTREVISTA:
Roberto D’ávila pergunta à Débora Colker: -“... e esse mundo interior? (referindo ao interior humano).
Ela responde à Roberto Dávila “Bom, o mundo interior é um mundo... eu acho que o grande trabalho que a gente tem na vida é conhecer este mundo interior. A gente estuda tanto, a gente vai buscar tantos conhecimentos, para conseguir escrever esta história e entender o que tá acontecendo dentro desta máquina de sentimentos, de idéias, de desejos que é o ser humano. ”
(...)“O conhecimento é motivo de sofrimento e a única possibilidade de existência. É o grande valor humano”
Roberto D’avila pergunta logo após: - O artista sofre muito?
Débora Colker responde: “E cada vez que você acha, que... (pausa) ...e você descobre uma imensidão e aí, (pausa) você se depara com sua ignorância o tempo inteiro e a sua sensibilidade fica um pouco abalada”
Pensando neste grande esforço e trabalho para a descoberta interna do ser humano; analisando este baú de abstração e valias em construção, não se pode aferir o dano moral pronunciadamente abstrato; por um numerário tabelado; muito embora não se tenha outra forma convencionalmente aceita para “indenizar este dano”.
Por outro lado, a sanção imputada a outrem, em decorrência da conduta lesiva ao outro; adquire o caráter pedagógico do "intimidar a reincidência".
Mas, por conseguinte, o lesado também não pode amputar a capacidade do opressor, de se “autofazer-se”, da “auto construção” , defraudando-o de todas as suas reservas e forças para dinamizar suas mudanças internas, para adquirir virtudes melhor sofríveis quanto à relação e comungação de interesses, com as pessoas e outros agentes no toldo social, incluindo o não ofender mais a sua primeira vítima.
Neste alinhavar de correspondências e sinuosidades interpretativas no meio jurídico; se estabelece uma dicotomia e um entroncamento decisório do julgador; que por um lado este conceito da abstração do dano, desaconselha o matematizar de sentimentos, seja de ordem moral e extensivamente subjetivo.
Por outro lado, estabelece a necessidade de uma incógnita de valoração desta subjetividade moral ofendida; para impor a necessária catequese jurídica das tensões e traçar a pedagogia necessária para recompor à forma adulterada do interior.
O lesado sofre a displasia sócio-juridica da ofensa, criando uma deformidade distensiva ou supressiva e o Estado por meio da tutela jurídica; acaba propondo-se a intimidar todo o movimento de reincidências ofensivas, protegendo a forma saudável da figura moral do ofendido, através da sanção indenizatória pelo dano moral.
O caráter, muito mais pedagógico do que técnico da presente abordagem do dano moral; não divorcia o sentido essencial do Direito, por outro lado; abarca as implicâncias multidisciplinares, e tenta auferir uma completude bélica do Direito, no ataque e reeducação dos agentes ofensores, e criar a possibilidade de aplicar o princípio rebus sic stantibus e tentar o retorno ao status quo do coeficiente moral do ofendido.
http://globotv.globo.com/globonews/globonews/v/roberto-davila-entrevista-a-coreografa-deborah-colker/4273884/
Zoiando as nuances do dano moral.
29 de junho 2015 - inverno intenso
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Elas...
sexta-feira, 23 de maio de 2014
UM MENDIGO ESCRITOR EM UMA ILHA, UMA MULHER...PULVERIZANDO ESPERANÇAS NO MUNDO...
domingo, 9 de março de 2014
Sem Elas...
8 de março - Dia Internacional da Mulher Sem Elas...Com Elas... Sem elas, não sugamos leite, o choro não reclamaria consolo, o desejo não seria matreiro e serelepe, As flores talvez não existiriam, pois Deus as fez prá elas. A balbúrdia das vozes finas entrelaçadas em coro quando Elas se juntam, como festa em ninho, que nós homens não compreenderemos jamais, Sem elas não existiria o balé de cabelos esvoaçantes, aliás o vento não iria flertar sempre com os tecidos que recobrem as curvas onde derrapam-se nossos momentos de segredar, os doces pecados do "imaginar". Sem elas não existiriam colos de cafuné, não assistiríamos o doce balé dos quadris, não sentíríamos o deslizar de mãos maternas que aplacam nossos soluços. Sem elas não existiriam rasteirinhas, esmaltes, shampoos, cesta de chocolates, não existiriam saias sejam minis ou mais longas, não existiriam sutiãs e as generosidades que estes acomodam. Não haveriam canções de amor, aliás o fetiche que circunda a lua foi.feito para as mulheres. Sem elas não haveria partos, choros de bebês. A poesia seria manca, o verso monossílabico. Sem elas não existiria eu, nem eles, nem vocês. Sem elas não conseguiríamos viver. Amamos nossas mães (a minha está no céu), esposas, filhas, irmãs, amigas e a todas as fêmeas humanas. Feliz dia das mulheres!!!"
Zóio observando tudo!!!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Sugando a imagem & invisibilidade
O raciocínio é que com a possibilidade da manipulação da luz, que elementarmente é a emissão de ondas em frequencias que definem as cores, imagens; teoricamente poderíamos "aglutinar" estas ondas, "sugando" a imagem de um corpo tornando-lhe invisível. Sonhar é tbm ler os devaneios intrigantes meio utópicos da Ciência !!
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=foxonica&id=010160140102
Esquizofrenia necessária, ciencia desarquivando loucuras e possilidades...
FILOSO-FIADA SALINIZADA!!!
Se ousarmos discorrer, sem a perícia técnica para tal; em dissecar por intuição o significado da palavra distúrbio... Peço que me perdoem a "viagem" kkkk
Pois bem, DIS-TÚRBIO; O prefixo "Dis", insinua a negativa de algo, delineando o vetor interpretativo antonínimo de um determinado vocábulo. Já "Túrbio", evoca à interpretação de algo que se encontra numa atmosfera turbada; acometida do negror da desordem, mudança do curso da normalidade.

Sendo assim filosofando; diríamos que a interposição de distúrbios de qualquer ordem pressupõe a promessa de uma ruptura com a efêmera estabilidade para a incursão num solo de instabilidade entrecortado de estabilidades, que certamente irá catapultar nossa existencia, nosso mundo, nossa coletividade à uma nova dimensão de melhoria e desafios, estabelecendo a cada evento, um novo limiar de estabilidade momentânea; e a concessão do ciclo da vida à uma felicidade-prêmio pela etapa da vida.
RESUMINDO: Lutas todos os dias, desafios todos os dias e "vitórias em retalhos" por todos os dias, meses, anos de nossas vidas" . Que em 2014, achemos uma forma do equilíbrio do ecossistema, que controlemos o risco de salinização dos nossos poços artesianos, que votemos "CERTO", agora e para sempre amém....
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Que Neste Dia...possamos INTER...PRETAR!!!
Que NESTE DIA, ocorra um alinhavar de demandas, tensões, cruzamentos de anseios consubstanciados em histórias diversas devidamente arrazoadas e legitítimas; cabendo aos viventes "inter...pretar".
Num devaneio "inter...pretativo", me atrevo a dizer que na bifurcação da via da vida, nos mais diversos desdobramentos em inúmeras decisões à espera de uma escolha; é imprenscindível o "pretar inter", marcar de negrito entre tantas outras, a melhor escolha e esculpir a insígnia da marca de que " Este é meu ou minha", para que passe a nos pertencer.
Inter- pretar, como sendo o evidenciar com a cor preta (preto no branco), sem deixar margens para dúvidas portanto de uma concreção de certeza inarredável; mesmo que esteja miscível entre tantas outras ou outros, contendo similaridades que despertam a confusão; mas que na escolha perfeita, será evidente a singularidade do que escolhemos.
No Direito é assim. A coisa ou ato afetos à decisão do julgador, do defensor, do querelante, do promotor, tem uma peculiaridade bem arrazoada e que só poderá ser destronado pela razão maior: o bem estar e a harmonia social objetivado pelo melhor custo-benefício decisório.
Viva hoje INTER - PRETando; na maior da insinuação dialógica, sem a presumível égide pejorativa; para que assim possamos fazer as melhores escolhas hoje.
O Amanhã será uma nova história! Uma nova "inter...pretação"!
O Zóio, observando os detalhes para fazer a melhor escolha!! E instigando os demais para tal
terça-feira, 11 de setembro de 2012
MÉTODOS DA HERMENÊUTICA PARA INTERPRETAÇÃO JURÍDICA
2. INTERPRETAÇÃO
HISTÓRICA, SOCIOLÓGICA E EVOLUTIVA
3. INTERPRETAÇÃO
TELEOLÓGICA, AXIOLÓGICA
4. INTERPRETAÇÃO
ESPECÍFICA
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Implicancias jurídicas no tocante à crise na União Européia
O monstro da crise Européia é um destes episódicos fatores de inscrição histórico de um rumo ao aprendizado, e uma nova ordem mundial nas relações político-economicas com os devidos desdobramentos nas demais esferas das ciencias.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
CUMPRIMENTO DE METAS - TST reconhece vínculo empregatício de pastor da Igreja Universal
Não podemos criticar os deputados, senadores, governadores, ministros se os ditos "ministros do evangelho - boa nova" só nos trazem más novas de corrupção, com custos de manutenção de programas de tv em horário nobre, canais de tv, tudo pago por milhões de manipulados. Esse não é o evangelho de Cristo. Será que Jesus açoitaria novamente os mercadores da fé?
A Salvação vem pela fé, é dom de Deus, para que ninguém se glorie..." Ef 2: vs 8 e 9.
As igrejas tem sido formas de manipular o mundo, aterrorizando as pessoas anunciando o risco do inferno, criando assim um mecanismo de subserviência da sociedade para custeio do luxo e manutenção do poder do Clero de todas os segmentos de crença. Na atual crise da Europa, o vaticano não colabora por que?
A soma de todo o patrimônio do Vaticano incluindo Conventos, Catedrais, Igrejas monumentais, Seminários, latifúndios, Universidades, são um valor considerável e que resultado prático estes promovem???
As pessoas-membros sim, se organizam e promovem grandes movimentos mundiais. Sem falar nas igrejas evangélicas com milhares de templos e que promovem festas e cruzadas que quase sempre são vitrines de autopromoção de pastores e cantores com quase nenhum efeito prático, mas estes visam atingir a mídia e logo se candidatarem a cargos públicos.
As proibições doutrinárias, dogmas concebidos por caprichos e intenções humanas, são punidas por Deus.
Este trecho bíblico não diz isto?
E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas,
Se a igreja é apenas um ente contemporâneo, construído institucionalmente com o fim de apaziguamento dos estampidos bárbaros da ignorância; quando a humanidade tiver num plano de civilizatório capaz de capacitar os homens a se verem como necessários uns aos outros e portanto prudente a equalização das diferencças por uma relação simbiótica, será ncessária as igrejas? Não será suficiente, ou; sempre não tem sido suficiente a relação direta com DEUS?
Enquanto esta realidade civilizatória não é real ainda é coerente que estes núcleos de fé (igrejas) possam pagar de impostos ao país e ainda se planejarem com vistas a ter ações fácticas pelo social, econômico, educacional? Porque hoje são somente falácias sem obras é efeitos podres...
Afinal o verdadeiro Reino dos Céus, não se atém ao logicismo eclesial, mas sim sendo redundante; através da interação com todas as instancias da vivencia prática da educação, da harmonia social, justiça, solidariedade, da caridade; pois ainda que eu desse meu corpo para ser queimado, falasse o dialeto dos anjos; de nada valeria se eu não amasse...
Pensem nisto e creiem e relacionem diretamente com Deus sem intermediários e tutores e gurús; afinal o "véu do templo foi rasgado de alto abaixo para falarmos com DEUS tete-a-tete..." O custo desta pseudo-intermediação é muito caro e ilegal!!!
E estes super-star's já se projetam como melhores do que o próprio DEUS. Isto é idolatria ou não é?!
Zóio, humildemente zoiando o quanto criamos artifícios para um DEUS que nos busca avidamente. Muita gente no labirinto do pecado!!!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Matemática, interrelações, caos - uma beleza de equação criada por Deus

Burrice é "pensar que a deisificação de nossas razões" pressupõem a autenticidade, ou exaurem a consumação conceitual e tateável do que realmente é Deus; constituindo um disparate de pecaminosidade e leviandade. Constituem ainda o disfarce da covardia em não ter atitude de reconhecimento da vitória da supremacia da Verdade da Soberania do TUDO e do TODO, frente à pseudo potencialidade absorção deste DEUS-VERDADE. Aliás, a atribuição de mistério aos assuntos dos quais não dominamos, não é, senão a tentativa de mascarar a nossa ignorancia sob a eiva da covardia. Covardia não em não poder dominar todo o conhecimento - já que somos limitados nisto - mas covardes no sentido de não reconhecer a pequenez da nossa capacidade frente à imensidão do desconhecido, tendo a consciência e admitindo a ilimitada ciência que nos é medicada em doses homeopáticas por DEUS; devido à nossa limitação em deglutir toda esta "totalidade sem limites".
Se nestes giffs deste texto, podemos ver a matematização do caos, que conseguimos reproduzir em equações e imagens e que nos causa espanto e confusão; prova que o TODO, incluindo o universo, é por demais difícil de ser absorvido por nossa racionalidade ou até pela nossa irracionalidade.
Nisto age a presumida destinação da solidariedade vital da humanidade, em que cada indivíduo, potencializa toda a sua capacidade em viver a fragmentariedade na dispensação cultural, antropológica, tecnológica, espiritual, para depois ceder lugar à uma continuidade de outros seres humanos (descendentes) com melhores potenciais intelectuais, para continuarem a receber doses mais "concentradas" das homeopatias; cujos efeitos pretendem e o fazem, tornando-nos mais aptos a adorar o criador do TODO e de TUDO e maestro de TUDO.
O que é nossas religiosidades e nossas complexas matematização de nossas relações e descobertas, senão uma estabilidade momentânea de nossas limitações, para uma harmonia social sofrível, pulverizadas por instabilidades como: guerras, mudanças de paradigmas e costumes, ilhas sociais bizarras, tudo no intuito de formatar a transição para o outro estágio de "com-preensão" do TODO.
Gosto de viajar nesta imaginação ilimitada, sem apoiar-me no corrimão da coerência e da convenção do correto; pois acabo sentindo uma brisa, ou um leve assoprar do que seria o comportamento e reações do que seria (não é pecado pensar) ser um DEUS; apesar de saber que nunca me atreveria e nunca conseguiria Sê-lo.
Meus pensamentos, afinal, nossos pensamentos são um dom de Deus, pois esta essência da transcendentalidade só existe por conveniência única e exclusiva de DEUS; logo como poderia ser pecado.
Resta-nos "zóiar", com a tristeza de que neste limiar transitório de sapiência, igrejas monopolizam pessoas (outros cérebros escravizados). Governos ; e nesta categoria incluem-se todos os entes de manipulação social, citando alguns: igrejas, escolas, ilhas sociais. Estes sistema iludem o curso da salvação, ditando normas para conter o ímpeto das individualidades e coletividades pela "busca". Muito embora ultimamente temos visto a cessão dos governos e ditaduras mundiais à pressão social dos "cidadãos calados nas decisões de suas terras e chão; estourando em ímpetos da ressurreição dos direitos e deveres" .
Mas o que é as igrejas, escolas, governos, entidades internacionais, disciplinas econômicas, empresas, filósofos, juristas; senão entes que tentam aplacar o caos momentâneo da contemporaneidade, para manter a harmonia social.
A SALVAÇÃO do Homem, é concessão única e exclusiva de DEUS.
- Salvação da alma vivente,
- Salvação social,
- salvação política,
- salvação ambiental,
- salvação dispensatória,
- salvação da ignorância existencial, etc.

Avante à Salvação; e eu, embora simples como eu seja, gostaria de ser um profeta, ou talvez até esteja sendo; para pregar a contra-cultura, abalroando as bases de "tradicionalidade arrogante"; que tenta bloquear e interceptar este ENCONTRO do homem com DEUS para deglutir a salvação homeopática holísticamente falando, mas completa e autentica individualmente falando.
Zóiando, o que às vezes o que observamos confunde nossos zóios, rsrsrs!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Inquietação está na essência do trabalho do repórter de sustentabilidade - CBN
domingo, 20 de novembro de 2011
Contornos dos sonhos!!!
É viver sob a maestria de nuvens sem patrões num prenuncio de chuva,
É ousar tatear ilusões
É deslizar a percepção sobre o tapete mágico da música dissonante,
porém consonante com utopias e razões óbvias;
Escrito no ano de 1998 e publicado no exemplar FIBRA - cenibra
"Zóio, que ousa sempre sonhar maneando os tentáculos da ação"

domingo, 6 de novembro de 2011
Psicologia funcional e o Direito metodológico efetivo
A psicologia e o Direito
A conducência jurídica tem uma melhor eficácia quando sofre a ação da psicologia. A Psicologia Jurídica interage seus objetivos na dissecação do “tecido” das manifestações psicossomáticas das pessoas e o encadeamento existente entre o ser humano com o meio ambiente e toda gama de influências e efeitos na “psique” provenientes da vida
O assistente técnico ou o psicólogo autônomo tem a incumbência de agir com imparcialidade sem transgredir a ética profissional, em se tratando de atuação em apoio no trâmite de uma peça processual. As pessoas ao provocarem o judiciário na solução dos conflitos aguardam uma decisão mágica do juiz; porém com a integração da dialética das ações dos advogados, representantes da justiça e psicólogos, tende a minimizar o desgaste emocional do litígio preservando a integridade física, emocional e a conscientização de seus membros de sua relevância individual, grupal e social.
A psicologia e o direito da familia
O novo modelo de família, as relações parentais distintas fazem frente ao questionamento duma legislação genérica para situações atípicas não esboçadas no arsenal normativo, sem concretude em ações de bloqueio.
Nas Varas da Família, os Psicólogos jurídicos percebem que em alguns casos a decisão do juiz não reflete a expectativa dos litigantes.
Isto se dá por causa das discrepâncias culturais no tocante às noções de família tanto dos casais que protagonizam os processos, quanto dos representantes da lei. A psicologia, a sociologia tem pesquisado sobre as nuances: família, juventude, infância e outras afins, porém o mesmo não tem ocorrido numa exploração acadêmica de forma enfática no contexto jurídico. É este o cenário apesar do bom começo com o Direito da Família com a CF 88, com a força de supremacia constitucional dada à maior abrangência, acolhendo novas entidades familiares e conseqüentemente solicitando uma nova abordagem familiar.
Este novo perfil de família evoca a interpretação desta cultura multifacetada para integrar os pontos de equilíbrios face às regências normativas do Direito com vistas à justiça.
Ocorre um trâmite da humanização na arena da solução dos conflitos jurídicos com a inserção da eficácia da oitiva às subjetividades humanas.
A Psicologia jurídica sugere uma contemplação crítica da juridicidade, no apanhado da eficácia de justiça e se esta se vê contextualizada com o novo gênesis familiar.
o direito e psicologia
A suscetibilidade ao erro e, por conseguinte às conseqüências gravíssimas, sobretudo na área criminal; se concebe pela possível falibilidade humana na propensão a mentir, falhar ou sofrer de distúrbios da mente. Esta ocorrência pode ferir uma peça processual indispensável, como exemplo a prova testemunhal. Diante disto Eugênio Furlan reafirma a necessidade de extrema cautela. Luiz Regis Prado acompanha a opinião de Furlan enfatizando a premente deficiência da prova testemunhal.
Freud exemplificou cientificamente a existência de doenças por distúrbios mentais que desviam o exercício cônscio da razão, logo, na supressão de falhas processuais, sobretudo na formulação da prova testemunhal, este quadro se apresenta absorvível às ciências complementares que têm o condão de possibilitar a apuração das verdades em declarações.
Abster de métodos de outras ciências, dentre elas a psicologia; que pode encaminhar o Direito à eficiência no atingimento de sua finalidade de pacificação social com justiça; configura-se um contrasenso. As naturezas cognitivas, afetivas e relacionais influenciam a prova testemunhal, logo a psicologia da testemunha deve ser percorrida por uma leitura analítica, fazendo uso dos vários segmentos da psicologia, a saber: psicologia geral, psicologia social e psicologia diferencial.
O Direito pode na sua essência científica fazer uso de aplicação da hermenêutica, mas munir-se também do ferramental metodológico de outras ciências humanas; explorando suas potencialidades, para trazer a lume a concreção da justiça. Com esta orientação, o Direito poderá desvencilhar dos estratagemas inerentes às subjetividades humanas, podendo contornar as incongruências testemunhais que perpassam pela sujeição, nem sempre intencional, do ser humano ao erro. Desta forma a ciência jurídica poderá reverter o quadro na lide com as eventuais inconsistências das decisões judiciais que produzem resultados catastróficos; no que tange à obtenção e promoção da justiça social.
Zóio, psicologizando a justiça, com a proposta de in-direitar as tensões!