segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Infelizmente por mais que não queiramos acreditar é realidade... Que Deus tenha misericórdia e restaure a igreja...‏

Se no contexto da vida da igreja; em que esta vive uma crise existencial, instala-se uma característica nodoante da sublimação do lucro, dos interesses próprios, desviando seu objetivo principal que é o evangelho de Boas Novas.
Ao invés dos cristãos estarem "desviados da igreja" como dizem os líderes eclesiásticos; na realidade o que ocorre é que os cristãos remanescentes da Verdade-Jesus, realmente estão "desviados" sim da igreja e não de Cristo, assim sendo por ação ativa da igreja e que não é a Igreja-Noiva de Cristo.
A igreja insiste em distanciar-se do vínculo de humanização, do estreitamento de relações com os membros, visando o acolhimento e o resgate da felicidade da raça humana.
O homem se vê explorado, tolhido de sua liberdade de ser feliz, pela imposição de agentes contrários, e destes a igreja é o agente que mercadeja a fé, ou seja, lança o elemento fé na "bolsa de valores" à mercê da especulação constituindo a tentativa de destruição do único elemento que nutre a alma humana de esperança para vencer as expectativas cruéis da autodestruição.
As igrejas destroem ou tentam destruir "a fé" e tornam utópicos os sonhos, colocando sob a atmosfera da incredulidade a própria fé; num paradoxo visceral em que foge ao objetivo de anunciar Jesus; proporcionam por conseqüência à formação de certa ojeriza das pessoas em tentarem-se vincular seus medos à crença em Deus; imaginando que supostamente a fé esteja sob suspeita logo Deus não possa ser passível de crédito.

Mas sei que estas equivocidades em breve se aclararão, após o desmascaramento destes crápulas e estelionatários.
http://www.youtube.com/watch?v=FIgHvVHF8Tg&feature=related

Basta ver que não existe contexto histórico, cultural, econômico nem ao menos "biblificado" para justificar a cobrança dos tais dízimos, ou tributação da fé...
Veja transcrição de notícia sobre a evolução tecnológica na cobrança do dízimo.
Os links da notícia:
http://www.holyobserver.com/detail.php?isu=v01i11&art=techno-tithe e http://www.iead-pvh.com

Links de contraposição à cobrança do dízimo:

http://www.youtube.com/watch?v=euCfs9PMnUk&feature=related (parte 2) http://www.youtube.com/watch?v=p1TgltiFPPQ&feature=fvw (parte 1) http://www.youtube.com/watch?v=4evGy43nLgg&feature=related (parte 3)

IGREJA JÁ IMPLANTA CHIPS EM FIÉIS NOS EUA
É o fim! Para "facilitar" pagamento de dízimos, igreja implanta biochips em fiéis
Em surpreendente avanço da moderna tecnologia no ministério, a Crockett's Bluff Community Church é a primeira igreja conhecida na América a usar a tecnologia do biochip Logitech, para receber seus
dízimos e ofertas semanais.
Conforme o lema da igreja no ano passado - "Identifique-se com a CBCC" -
a congregação de 15.782 membros adaptou cada ovelha do seu rebanho com
um microchip sob a pele, na mão direita. O objeto, menor que um grão de
mostarda, contém a informação bancária de cada adorador(a) e é examinado
por um assistente recepcionista, quando ele ou ela entra no santuário.
O Pr. Bud Caldwell admite prontamente que isso é novidade e tem certeza
de que os especialistas nos tempos finais estão lutando para escrever
suas obras de perícia em escatologia, vai ser uma sensação no
princípio. Especialmente nos ministérios. Que me perdoem por dizer que
não vai passar muito tempo para a Rexela arrumar suas trouxas
proféticas. Se eles estavam na metade do caminho para o céu, quando
cartões de crédito apareceram, só imagino o que vai ser agora!?.
Conforme Caldwell, os grupos de recepcionistas chegaram a uma simples
fórmula para coletar os fundos de cada adorador. Dez por cento do bruto
para o dízimo, obviamente. Quando o caso é de ofertas, permitimos que o
Espírito conduza. Se isso não funcionar, então vamos ver o tipo de
carro que os membros dirigem?

Fonte: http://www.holyobserver.com/detail.php?isu=v01i11&art=techno-tithe e http://www.iead-pvh.com Traduzido por Mary Schultze e adaptado por Bazik

Ora, vivemos um tempo similar ao tempo de embate do profeta Jeremias, Ezequiel... Vale de ossos secos que necessitam do Sopro de Vida, precisamos deixar o Espírito Santo retirar a eiva de espíritos mesquinhos e insaciáveis que apetitam somente o lucro, a promoção própria, sobrepujando na mídia a imagem do próprio Deus...
Arf... Que possamos ser um remanescente pelos quais Deus nos possa usar... mas é preciso ter coragem de encarar a verdade e pregar as Boas Novas; para que possa fazer cair à máscara do velho homem; ou seja, a natureza que sempre pervade nossos templos, exemplo foi no tempo em que Jesus numa atitude de enfrentamento, irado desferiu golpes de azorrague que ele mesmo teceu para a época.
O chicote de Jesus já está sendo usado por homens como João Alexandre, Caio Fábio, Marcelo Quintela.
Afinal é a obra do Reino de Deus que está crescendo ou o patrimônio de alguns líderes?
Se a obra de Deus está crescendo, por que a inoperância da igreja quanto à fome, o avanço do crack, prostituição...
Vemos o aparecimento de templos suntuosos, carros e aviões, rede de tv's, e debaixo das marquises dos nossos templos está: homens e mulheres dependendo de tratamentos do corpo e da mente mortificados pelo pecado conseqüência da ação do ladrão-satanás (da parábola do samaritano), crianças famintas, suicidas potenciais que aguardam uma mensagem aos corações.

O mercadejar da fé divorcia a igreja do real propósito que é levar as Boas Novas para nos preparar para o Arrebatamento.
Apesar de tudo faço a doce responsabilidade de conversar com vocês sobre Deus e é maravilhoso. E foi muito bom falar ou comunicar com todos vocês irmãos.
Atenhamo-nos pois ao que acontecera aos dois caminhantes de Emaús.
Os corações deles ardiam e até podemos conjecturar que eles pudessem estar arfando ofegantes pela emoção de sentir a manifestação presencial de Jesus, comungando o Assunto sobre Deus. Enfim qualquer assunto que aprouvera aos dois homens falarem; não fugiram à condição de estar falando de Deus pois ELE é tudo em nós e por ELE fomos criados para o louvor da SUA glória (...) letra da música dos Vencedores por Cristo(...).

Portanto em Nome da Justiça ouça João Alexandre, autêntico cristão:


Música de João Alexandre mostrando o antagonismo que ocorre entre a saúde espiritual e a busca egoística de interesses. Saboreiem que é muito bom!
http://www.youtube.com/watch?v=JhaIWwUDEVs&feature=related

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

“For once in a my life ... she isn’t lovely” Por uma vez na vida... ela não é adorável


Um homem cego, que se liberta das amarras dos cordéis do preconceito. Rompe com os grilhões, tapa os “olhos do cérebro para não ver as nebulosas orientações de desânimo” e ainda impregna o coração com a oleosidade betumosa de tamanha emoção e entusiasmo por sentir na alma, pelo prazer de se fazer e se ver “sentido” pelas pessoas e no encanto de notas e sons e cores “sorri de olhos fechados”.

Sua voz liberta brada à liberdade cantando “ For Once In My Life” no ano de 1968 e se não me falha a memória no canal Fox. Isto em pleno período da guerra do Vietnã (1964-1975), onde se evidenciava uma inquietação de familiares de soldados mortos na guerra, com a ansiedade pelo incerto e com esperanças amedrontadas pelo risco de perda de entes na guerra. Neste cenário podemos aludir uma mensagem direcionada aos norte americanos, mas também direcionada ao próprio Stevie. Senão, um jovem cego desde bebê devido complicações no tratamento com oxigenoterapia, ou seja, uma intervenção médica com uso de oxigênio, devido o fato de Stevie ter nascido prematuramente. Ele usou uma gaita no solo da música “For once in a my life”.

Mas Stevie sorri e contamina os que o rodeiam com a alegria e a felicidade gratuita da vida.


Ainda na música Isn't She Lovely , ele entra em êxtase pela musicalidade alegre, dançante e afirmativa com a diatonicidade da crença da sua capacidade e com fé na vida, comemorando por ter Aisha a sua primeira filha.





As letras das musicas por si já dizem tudo.

Pensemos sempre com a positividade de crer e dizer aos que nos são próximos anunciando a vida com os dizeres: she isn’t lovely


Parte da música Isn't she lovely


Isn't she lovely

Isn't she wonderfull

Isn't she precious

Less than one minute old

I never thought through love we'd be

Making one as lovely as she

Isn't she lovely made from love


Tradução:


Ela não é amável

Ela não é maravilhosa

Ela não é preciosa

Menos que um minuto

Eu nunca pensei através do amor que nós seríamos

Fazendo um amável como ela

Ela não é amávelmente feita para mim


E parte da outra música : For once in a my life


For once in my life I have someone who needs me

Someone I've needed so

For once unafraid I can go where life leads me

And somehow I know I'll be strong


Tradução:


Por uma vez em minha vida, eu tenho alguém que precisa de mim

Alguém que eu tenho precisado há muito tempo

Por uma vez, destemido, eu posso ir aonde a vida quer me levar

E de uma maneira que sei que serei forte


link das músicas

http://www.youtube.com/watch?v=b2WzocbSd2w



terça-feira, 10 de agosto de 2010

Conflito de certezas



Antes de qualquer reflexão com a relação às certezas, atenhamo-nos à etimologia da palavra, com as concatenações que se fazem existir.
Certeza é a convicção sem resquícios de dúvidas de que o objeto em questão tenha o enfático estado daquilo ou daquele cuja atribuição de expectativa e correspondencia do fato, seja prenunciado pelo nosso arcabouço conceitual, ou pela ordem da experiencia ou instinto.

As fidúcias das coisas, dos atos, atitudes, se evidenciam pela caracterização de pertinência lógica, coerência contextual e circunstancial às intenções demandadas.
A máxima “Os fins não justificam os meios”; não tem sido considerado sob o ponto de vista da práxis jurídica e social. Muito embora a tônica do Direito seja a persecução e produção da Justiça; os apelos e lobbys de interesses nas diversas camadas sugerem que os meios são irrelevantes quando se busca avidamente um determinado fim.
Na terminologia das palavras Real-idade x Rela-tividade, num trocadilho com uma visão semântica e um acréscimo do sufixo tiv da palavra atividade já sugere uma instabilidade,com uma suposta afirmação interpretativa de que a Rela-tividade tenha a presunção de ser a "Realidade ativa".
Logo a ciencia do Direito tem um percurso extenso para que o hiato entre a Justiça e o Direito configurem a Realidade da Justiça e ainda que Direito e Justiça se vejam menos equidistantes pelos interstícios das subjetividades humanas. Embora saibamos que por estas mesmas subjetividades, é que se pode relativizar as certezas e conceitos momentaneamente estáveis, estabelecendo um conflito a assentar-se numa nova evolução com o apetite ainda mais voraz por novas instabilidades movidos por novos conflitos de certezas...
Acesse o link: Os paradoxos da certeza do Direito

Nosde Zênite - o Zóio

quinta-feira, 29 de julho de 2010

O manifesto contra a fome!!!

A utopia dum mundo sem fome... por que utopia? O Hiato entre o avanço tecnológico e a fome no mundo e mazelas sociais...
O descompasso entre o avanço tecnológico e o desenvolvimento humano é gritante.
Saber que no mundo milhões de pessoas não tem o que comer e até morrem de fome.
O descompasso de uma família alemã alimentar-se durante uma semana com U$ 500,07 e uma Família Aboubakar do campo de refugiados de Breidjing fazer a despesa com alimentação por uma semana com... $1.23 dólares.

Veja neste link alguns dados: Fome no mundo
Ciência e tecnologia para o desenvolvimento humano
Políticas antiquadas de inovação estão minando oportunidades sem precedentes para o desenvolvimento, para a criação de novas formas de cuidar do meio ambiente e para combater a pobreza global.
O Brasil como o 4º maior produtor de alimentos ocupa o 6º lugar em níveis de subnutrição.
Será que deixamos o Betinho atrelado à imagem do prato com porções de arroz, feijão para todos; morrer junto com o nosso espírito solidário?
Revivamos o espírito de luta, somada às ações do governo federal; pois podemos perceber que nossas responsabilizações são predominantes enquanto sociedade: desperdício é um indício.

Pense nisto... ou pensemos nisto...

Edson - Zoiando as reentrancias do Ser humano e como é "ser humano"!!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

HALLELUJAH no Coliseu de Roma


A sinfonia que se faz existir e se faz ouvida pelo tangir das notas em nossas almas, que carream a beleza do que é o louvor. Hallelujah!!!

"Hallelujah" é uma canção escrita pelo cantor e compositor canadense Leonard Cohen (foto) e lançada originalmente em seu álbum "Various Positions" (1984). Apesar de ter obtido pouco sucesso inicial, nos últimos anos a canção já teve inúmeras versões cantadas por diversos artistas como John Cale, Jeff Buckley, Rufus Wainwright, K.D. Lang, Rufus Wainwright, Il Divo, Sheryl Crow e Alexandra Burke, entre outros, já tendo ultrapassado "Suzanne" (escrita em 1960), que até então era a canção mais regravada de Cohen. "Hallelujah" também foi destaque em várias trilhas sonoras de filmes e programas de televisão. A letra da canção contém várias passagens bíblicas, evocando principalmente a história de Sansão e Dalila, bem como o adultério do Rei Davi e Bate-Seba. A canção já foi regravada por cerca de 200 artistas, em várias línguas. Diferentes interpretações da música podem incluir diferentes versos, dos mais de 80 versos escritos por Cohen originalmente. "Hallelujah" aparece em duas versões: na primeira e é interpretada pelo cantor e compositor canadense-americano, Rufus Wainwright; na segunda, a canção é interpretada pelo quarteto musical Il Divo, que tem como integrantes o suíço Urs Bühler (tenor), o norte-americano David Miller (tenor), o francês Sébastien Izambard (voz popular) e o espanhol Carlos Marín (barítono).
Informações neste link: HALLELUJAH

A insígnia do Amor, que sublima pela entrega à ternura do Louvor, é a gratidão manifesta, o destino entregue, a contrição do espírito iluminado, pela paz do Louvor.
Grande Leonard Cohen, teve e fez uso da sua sensibilidade de alma, irrompendo como um rebento de divinidade, resquícios verazes da semelhança que ainda temos do nosso Criador.
A letra da música HALLELUJAH, diz que "... a norma será o Amor. E não governe a corrupção. Sendo o Bom e o melhor de Alma Pura... E que acabem com Tanto ódio"





Esta é uma música com paráfrases de oração, legiferante pelo dogma maior que promove a harmonia social e cósmica... O AMOR - ESSE que exala o "perfume com o cheiro intenso e adocicado como o óleo de sândalo"; ou seja, do nosso melhor. Nossa natureza essencial do destino, qual estamos visceralmente incumbidos como missão trans-histórica; ou seja: Amar e adorar a Deus sobre todas as coisas.


Edson - O Zóio , promovendo um upgrade no senso crítico de nóis...

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sirvais a Deus ou ao dinheiro?


O que parece ocorrer hodiernamente no mundo e nas pessoas é um processo de dessacralização, um afastamento circunstancial de tudo que permite a estupefação espiritual, o êxtase com sinal da aura de transcendentalidade. A vida dos indivíduos e da coletividade tem se subtraído destas sinuosidades criativas e místicas do ser humano, para aterem-se aos imediatismos, ao “exatismo” das coisas, às retidões dos traçados e das linhas sem as flexões e esquinas e pausas na dinâmica existencial. Deixa ao relento a própria peculiaridade do homem de ser um animal com uma capacidade de superação e de inventividade tamanha a ponto de construir realidades cada vez mais díspares com relação ao momento histórico anterior. Estas hipérboles sócio-evolutivas - que elegem o homem num plano de excelência com nexos com uma suposta divinização face ás conquistas, descobertas tecnológicas e estabelecimentos de novos horizontes dimensionais no que tange à visão e operacionalização da realidade – se conformam logo em “parábola com concavidades para baixo”. São parábolas que relatam matematicamente, pelo viés estatístico, o quanto nos auto-destruímos, com a falsa certeza que nosso sistema capitalista “darwiniano” é eficaz, e infelizmente nisto arrazoamos nossas decisões, não obstante a destruição da natureza, as centenas de milhares de mortes por ano vítima dos homicídios, acidentes de trânsito devido à correria pelo nada, a morte a granel pela omissão de dar alimentos aos mais pobres, etc.

Neste ínterim a religiosidade genuína, cuja atribuição é a tentativa de ligação do homem a uma divindade, vive uma crise existencial. Tamanha é esta crise que ocorre atualmente a perda de importância das ações desenvolvidas pelas igrejas, e quaisquer que forem; sofrem o desdém pelo simples entendimento de que estas não oferecem coerência com a filosofia capitalista.

As campanhas da fraternidade em anos anteriores obtinham a força de mobilização, ora por recursos de mídia, panfletagem, discussão nos programas de opinião. Hoje apenas faz parte de um cardápio comemorativo em segundo plano, apenas como tradição na contagem dos dias, como a comemoração de alguns “dias santos”, somente para curtir feriados e respirar um pouco, para a retomada da corrida pelo stress. O dia das mães, dia dos pais (em menor representatividade), dia dos namorados, carnaval, ainda sobrevivem por ainda tanger a mesma ordem consumista, viés essencial do sistema capitalista.

Nesta mudança de plano, a espiritualidade tem sido buscada numa paranóia estatisticamente plausível, mesmo em países em desenvolvimento. Os motivos são vários entre estes o predominante é que o funcionário, o homem, a mulher, a empresa espiritualizada é mais feliz e produz mais, por conseqüência da eficácia da saúde. Apesar de estar encadeada pelo vínculo capitalista incide significativamente sobre o “re-encontro” do homem com “a racionalidade real que é a espiritualidade. Na verdade remonta à condição do homem que o distingue como ser transcendente. Deixar de ser alguém espiritualizado significa recair a uma condição de vida animalesca e irracional. A espiritualidade compete junto à razão, a completude do que deve ser o homem.

A irracionalidade provoca a perda dos subsídios de humanidade; ou seja, a solidariedade, o amor, a justiça essencial, a sociabilidade, etc.

Como já dizia Leonardo Boff:

“A história não é linear. Ela se faz por rupturas provocadas pela acumulação de energias, de idéias e de projetos que num dado momento introduzem uma ruptura e então o novo irrompe com vigor a ponto de ganhar a hegemonia sobre todas as outras forças. Instaura-se então outro tempo e começa nova história.” Fonte: Por Leonardo Boff do site Adital http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&cod=49267&lang=PT Acessado dia 14/05/2010 às 12h41;

O que hoje ocorre é a exaustão das nossas idiossincrasias e excentricidades humanas, e à explosão e o transbordo das ações emburrecidas pela falta de fé; reavivando a condição de espiritualização das ações, atitudes em busca de uma divindade a que se possa filiar.

Bela a textualidade da campanha da fraternidade; que me parece uma solicitação à insurreição aos valores podres e fétidos do mundo consumista.

Toda a filosofia ou ideologia, que deteriora a existência humana, não é aplicável, justamente por que deixaremos de viver.

Cuidar da natureza sob a égide da sustentabilidade, recorre também aos termos da necessidade de legarmos grandeza e importância aos elementos não tangíveis da espiritualidade.

Servir a Deus ou ao consumismo exacerbado, à compulsão da compra, da economia mesquinha e egoísta?

Lançar o pão sobre as águas ou guardar o maná de um dia para o dia seguinte, para decepcionar-se com os vermes que atuam como saprófitas purificando o alimento das mazelas de nossas ansiedades doentias? (Eclesiastes 11:1 a 3 e Êxodo 16: 16 a 22).

Buscai a Deus enquanto é tempo... Buscai PRIMEIRO o Reino dos Céus e as outras coisas vos serão acrescentadas.

Edson – o Zóio